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24 novembro 2017

Esmaltes Efeito Gel. O que é?


Olá, meus amoooores!

esses dias, postei um esmalte efeito gel, da marca Preta Gil, e meti o pau nele porque ele nem de longe serve como efeito gel. E nessa ocasião, perguntaram o que era esmalte efeito gel. E qual o diferencial dele em relação aos outros?

Vou mostrar dois exmplos, um bom e um ruim desse tipo de esmalte. 




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O primeiro, da Preta Gil da linha Efeito Gel é um cinza lindo mesmo. Gamei a hora que vi. E pensei "se durar mesmo o efeito gel, vai ser ótimo, porque é uma cor neutra e não vou enjoar tanto se durar mais de 1 semana. #sqn






No dia seguinte que esmaltei as unhas, já começaram a descascar tudo! Aí, fui obrigada a dar umas "picotadas", ou seja, ir lá com a ponta do pincel com esmalte e tampar onde descascou. Isso porque nem louça lavei de um dia para o outro, imagine se tivesse lavado roupas! E isso perdurou pela semana toda, porque outras unhas também começaram descascar. Fiquei muito P da vida! E reparem, que o brilho do esmalte é por conta da pigmentação, que tem cintilância e não porque o próprio esmalte tem brilho. É um brilho normal como de qualquer outro esmalte. Para custa R$ 5,50, é caro demais!

Em compensação o vermelho, que é da linha Ludmilla de fabricação da Dote, é simplesmente EXCELENTE! Esta é a segunda vez que uso ele nas unhas e, a primeira vez que usei, durou quase 15 dias!!! Pasmen! Que esmalte dura isso??? Mas eu começo enjoar de ver a mesma cor nas unhas já depois de uma semana, só deixei para testar a durabilidade mesmo uns 10 dias e ficaram intactos! E lavei roupa, louça, toma-se banho e tudo mais...nada de sair ou lascar. Fora que a unha cresce e acaba ficando visível que o esmalte foi passado faz tempo, então tirei. Mas eu, simplesmente, amei esse esmalte! O pior ´que não encontro mais para comprar! 


Percebam o brilho dele. Não tem top coat, brilho extra...nada. É o brilho do esmalte mesmo.

Então, qual a diferença do esmalte efeito gel e outros: os esmaltes efeito gel foram inspirados nos esmaltes para unhas em gel, que duram aproximadamente 15 dias. Então, os esmaltes devem acompanhar esse tempo sem que pareçam envelhecidos pelo uso nas unhas, sem perder o brilho, a durabilidade e sem descascar para não mostrar as unhas de gel. Certo? Então, por isso que desenvolveram os esmaltes efeito gel para unhas naturais e que tenham o mesmo desempenho e beleza dos esmaltes formulados para unhas em gel. Só que tem alguns aí (ex, o da Preta Gil) que não cumprem nem de longe esse papel e cobram bem caro por isso. Não sei se cobram caro porque é da Preta Gil (graaaande coisa!) ou se é para enganar fazendo a gente pensar que realmente o efeito é gel mesmo. O fato é que essa marca, nunca mais!

Então é isso, meus amores. Não se deixem enganar e pulem fora de esmaltes que mentem ao serem comercializados. Para isto, estou eu aqui para testar e falar verdades! Se acharem o da ludmilla, podem comprar sem medo. E me avisem, pelo amor de God!

Um beijo e até mais!




23 novembro 2017

Colgate Sensitive Pró-Alivio


Olá, meus amores! Tudo bem?

Eu dei uma sumidinha daqui do blog esses dias, mas foi por uma causa urgente. Espero poder contar para vocês depois, já que pode desencadear uma guerra judicial, mas...vamos em frente!

Eu recebi da The Insiders Brasil um kit com uma bisnaga de 100gr da pasta dental Colgate Sensitive Pró-Alívio e cinco versões de 30gr para entregar a amigos ou parentes relatarem o que acharam também do produto.

Como uso aparelho ortodôntico, logicamente que muitas vezes eu tenho sensibilidade demais nos dentes por estrem sendo puxados a retornar no lugar de origem, mas muita gente mesmo sofre com sensibilidade nos dentes, seja por bebida quente, um sorvete, ou qualquer outra situação que cause esse desconforto.






Quando comecei testar, confesso que no primeiro dia, não senti diferença alguma. E esperei o dia de ajustar o aparelho para usar e sentir melhor a diferença, então, naquela noite depois do jantar, já comecei usar. Usei também antes de dormir. Escovo os dentes de 3 a 4 vezes por dia porque o aparelho junta muuuuita sujeira. No dia seguinte, acordei, escovei, e assim sucessivamente. Não pulei nenhum horário. Tudo certinho. E comecei sentir que os dentes já estavam menos sensíveis. E fui usando (uso até agora, porque é uma embalagem grande) e a sensibilidade por causa do aparlelho foi sumindo, sumindo...até que desapareceu por completo em 3 dias. 3 dias, gente! Quem sabe, pára qum usa aparelho ortodôntico tem vezes que dói mais que uma semana, ficando até sem comer direito. É um castigo! Até emagreço em semanas assim.




O gosto dela é de uma pasta dental normal, não aprece com pasta para dentes sensíveis, por exemplo, a Sensodyne - que é ótima, mas o gosto é ruim. Ela é branquinha,textura normal de pasta dental, não tem nada diferenciado para dizermos que "ah, é por isso que tem outra função a pasta. Outra coisa: ela limpa muito bem os dentes. 




Costumo vez ou outra usar bicarbonato para limpar melhor os dentes e, assim, eles ficam lisinhos. Dizem até que clareiam os dentes. E esta pasta deixa com a mesma sensação nos dentes: limpíssimos, lisinhos!

A única coisa que achei que faltou nesta pasta é um efeito clareador, o que seria ainda melhor. Mas, a função dela de aliviar a sensibilidade dos dentes, cumpriu direitinho. ;)

E vocês? Já testaram essa nova pasta dental? 

Super recomendo para quem tem aparelho ortodôntico, tá?

Depois, como ganhei as pastas menores para os amigos testarem, eu volto com outra resenha para dizer o que eles acharam.

Um beijo e até mais!



15 novembro 2017

A Crise dos 30 pode começar a qualquer idade


Olá, meninas e meninos! Como está esse feriadinho no meio da semana, hein? Não tem escola, não tem que trabalhar, estudar...só relaxaaar! E curtir uma internet faz parte disso, com certeza!





Tanto que se fala em Crise dos 30 anos, não é? Quem já não ouviu falar disso?

E por que estou tratando desse tema? Porque a Crise dos 30 pode vir bem depois ou até mesmo antes.

E por que as pessoas caem numa crise de 30, 35, 40, 50 anos? É por causa da idade? Eu acredito que não. 





Hoje escrevo aqui sobre isso porque eu mesma tenho descoberto que estou numa crise, existencial, poderíamos dizer? Talvez, sim. Não há nada de errado com a idade. A questão é o que fazemos da nossa vida até onde chegamos e que conclusão tiramos disso. Se eu olhar para trás, vejo que perdi muito tempo na vida fazendo coisas que não queria, coisas desnecessárias e não cheguei a lugar algum com isso. Daí se dá a minha crise particular. E acreditem: os 30, os 40, os 50...seja lá que idade for, chega rápido demais! Parece que foi ontem que tinha 15, 20 anos e a vida toda para me decidir...só que não é bem assim. 

Chega um momento que a gente se questiona: "O que estou fazendo com a minha vida?", dada a insatisfação de resultados que temos e, por isso, nos sentimos quase que como um peixe fora d´água. Aquela sensação de que tropeçamos e não estamos conseguindo nos reerguer é latente. Como um bom exemplo, vou me usar sempre como o exemplo da questão.



Quando era muito jovem, sempre pensei que o sucesso para mim era ser independente financeiramente, ter minha casa ou apartamento, meu carro, dinheiro para viajar, para comer bem, para viver bem. E até os 30 queria estar bem resolvida. O que havia escolhido como fonte de renda, por N motivos que não cabem relatar neste post por que vou desviar do assunto, não tem nada a ver com o que faço hoje para, muito mal, pagar as contas. Os pais te cobram, a sociedade te cobra, todo mundo te cobra. E acabei sucumbindo. E hoje, percebo a dimensão do quanto sucumbir foi tão profundo, tão intenso. Não foi só numa "escolha" errada, mas tudo o que veio junto com ela: insatisfação, frustração, tristeza, desesperança...e ao longo do tempo, tudo isso foi se solidificando até virar depressão, ansiedade, preguiça, desânimo, falta de vontade para fazer até o que eu gostava de fazer. Uma coisa que é um ótimo sinalizador de como isso vai tomando espaço é que, ao não realizar minha vida profissional como queria, eu abandonei o hábito de ouvir música. Cantar era meu objetivo de vida e conseguir daí a vida que eu tinha sonhado pra mim. Até que virei funcionária pública e deixei que tudo fosse por água abaixo, até minha paixão pela música. Claro que, de vez em quando, ainda ouço...mas nunca mais foi a mesma coisa, nunca mais teve o mesmo significado pra mim. Ouço com os ouvidos apenas e não mais com o coração.





E aí você se pega em vários momentos do dia se perguntando: " O que eu fiz com a minha vida?" E pior: "Com fazer isso melhorar?" Eu não tenho a resposta e não consigo enxergar um outro caminho para trilhar. É como se tudo o que tinha de ser não pode ser mais. Nunca mais.O pior de tudo isso é ter me entregado para um emprego do qual não suporto mais, que não aceito mais e ainda assim, me prendo a ele por ser com ele que pago minhas contas, ainda que precariamente. Não faço planos para viajar, nem um fim de semana, não faço planos de comprar um carro mesmo que seja usado, não penso mais em como vou fazer para ter meu ap ou minha casa porque simplesmente com o que ganho jamais vou conseguir fazer absolutamente nada disso. E ao mesmo tempo, assistimos muita gente conquistar a vida que sempre quis, fazer as coisas que sempre planejaram, realizando os próprios sonhos e aí você pensa: " No que eles foram melhores do que eu? Será apenas pelo fato que sempre seguiram seus instintos e não se deixaram levar por influências que até queriam seu bem, mas o bem era para quelas pessoas e não para você...e você, por sua vez, não percebeu a tempo que era SUA VIDA que estava em jogo e não a deles, e ninguém tinha o direito de interferir nas suas escolhas, mesmo que você quebrasse a cara. A cara era minha. Ou seja, a cara é sua, quebre-a quando e como quiser, quantas vezes precisar. E agora? Não estou quebrando a cara também?? Mas agora essas pessoas te perguntam por que está tão insatisfeita, o por quê de estar triste, alguém te pergunta por que tem agido de forma que não seria a sua de verdade? Não! Ninguém te pergunta porque você fez o que elas queriam, o que os outros achavam que era o correto...então, está tudo certo para elas. E pra você? Você tem sido bom pra você ou foi só uma marionete na mão dos outros, como eu fui? E pior: isso não tem prazo para acabar. Não se dá jeito no que se perdeu da noite para o dia, você envelhece perde a garra, a força, a vontade, fica cansado da vida que leva que simplesmente...se deixa levar.

O que quero dizer com tudo isso?





Me acreditem: chegar até os 30 tendo feito escolhars desastrosas para sua consciência é tempo mais que suficiente para que, literalmente, você se canse de ser você. Eu sei que muitos jovens passam por crises sem saber o que vão fazer da vida ou se sabem, são recriminados pelos pais, os pais querem que você se forme pra qualquer bosta de faculdade  para arrumar um empreguinho qualquer atrás de uma mesa, para trabalhar numa repartição pública qualquer, para ser assalariado como mais um em tantos milhões neste país, mas que se forme. E o conselho que deixo aqui é que não faça o que não quer fazer!!!! Essa é a mensagem mais importante que tenho a passar  aqui. Porque, meus amores, é duro dizer, mas o tempo não volta e ninguém vai pensar se você está feliz ou não. Ninguém quer saber disso, tá? E eu falo muito sério! O que importa é que você trabalha e ajuda a pagar as contas ou se está casado numa vidinha infeliz com alguém que não gosta, mas mamãe, papai e a sociedade toda aprovam esse formato de vidinha medíocre e pobre. E ponto final! Estão cagando se você está infeliz, se está a ponto de explodir, de se matar. Nada disso importa para ninguém, apenas para VOCÊ! 

Então, antes de se deixar levar pela pressão, seja lá de quem for, pense muito bem antes. Porque depois...depois é um caminho sem volta. E você vai ter que continuar a viver da melhor forma que conseguir viver. E isso vai te fazer feliz? De jeito nenhum. Eu digo isso por experiência própria, meus queridos. Até hoje, procuro meu caminho que nem me lembro mais como tinha começado a traçar e um trator passou por cima. Você vai sentir as consequências de ter se negligenciado para ser o filho bonzinho, para ser uma pessoa ajuizada na própria pele, mesmo que sua essência seja desajustada, seja livre demais para tudo isso...mas vai se sentir preso, como um leão numa jaula minúscula capturado por um circo qualquer e fazendo repetitivamente o que os outros querem que você faça. 





Não é que você tenha que ser um filho louco, desajustado..você pode e deve ser razoável com as coisas da vida, mas não deve deixar que por conta disso te tirem o direito de resolver o que fazer com sua vida. É você quem vai ter que vivê-la e mais ninguém. Portanto, pense, repense quantas vezes forem necessárias para se questionar do que é melhor para você. Pedir conselhos? Você até pode ter alguém mais velho e experiente da vida que te dê conselhos e bons conselhos: um amigo mais velho, sua tia descolada, até sua avó pode parecer mais moderninha que seus pais nessas horas! Mas quem vai ter que se encarar e escolher o que deve fazer é você mesmo. Só te digo que você deve ter uma coisa: coragem!






Aproveitem o feriado para refletir, um grande beijo e até mais!












Creditos: vilamulher,uol.com.br / mulher30.com.br / cansei30.blogspot.com / br.match.com / keepcalm-o-matic.co.uk

13 novembro 2017

O que estou fazendo para largar o Rivotril ou Clonazepam?


Olá, meus amores! Tudo bem?

Lá no Insta, cheguei mencionar há umas duas semanas que estava conseguindo dormir sem tomar o Clonazepam ou o tão falado Rivotril e, alguém mencionou para que eu relatasse num post o que estava fazendo para conseguir parar de tomar os remédios. 




Primeiro, para que serve esse remédio? 

Clonazepam é o nome do composto farmacêutico desse remédio e Rivotril é o nome comercializável mais conhecido desse fármaco, mas também pode encontrar como Diazepam ou Valium, menos comumente encontrado no Brasil com a última denominação. O Clonazepam pertence a família da benzodiazepinas, que tem como funções principais proporcionar sedação, relaxamento muscular de ação tranquilizante e até serve como anticonvulsionante. E dessa, nem eu sabia! Pesquisando que achei mais esse uso para o remédio. Não conheço ou nunca ouvi falar de quem toma Clonazepam ou Rivotril para crises de convulsão. 

Em fevereiro do ano passado, quando tive uma crise de pânico que, pra mim, ocorreu de forma repentina, o médico prescreveu o Rivotril como antidepressivo e calmante, já que relatei que já tinha meses que não vinha dormindo direito e naquelas últimas semanas, estava mal dormindo duas horas por dia, não sentia sono, estava com a irritabilidade a mil (e já não sou calminha...rsrs), além de sintomas de pânico, ansiedade excessiva e depressão. Mais tarde, já em abril, fui encaminhada ao psiquiatra que me diagnosticou com Síndrome de Ansiedade e Depressão, pois minha cabeça não parava de pensar um minuto sequer o tempo todo...e isso é muito, muito desgastante. É como se você não tivesse direito de descansar. É horrível! Juntamente com o Rivotril (ou Clonazepam), comecei tomar também a Sertralina e, se houvesse crises de pânico de qualquer natureza, tomava o Frontal. Mas o Frontal tomei poucas vezes, ainda bem. E creio que isso se deve também porque o Clonazepam com a Sertralina (também é antidepressivo e me ajudava a "acordar" para ir trabalhar, porque o Clonazepam te chapa, meu bem!) juntos fizeram um bom trabalho para me ajudar a "sair dessa". Claro...devo ser honesta que os remédios não são tudo. Os remédios tiram os sintomas, mas o problema continua lá e é você quem deve trabalhar isso de forma a se livrar da causa do problema, pois só remédios não adiantam, assim como acredito que só a terapia também não resolva. É um conjunto que tem que andar junto para que dê o melhor resultado.







Acabei parando com a terapia por questões $$$, mas prossegui com os remédios. No final do ano passado, fui tirando os remédios aos poucos. De início, me senti bem, mas no início do ano, senti que a depressão estava batendo a minha porta de novo, comecei chorar muito de novo, tudo pra mim era terrível, cansativo...e sinto um cansaço físico e mental até hoje que muitas vezes, não sei por que e de onde vêm. Porém, depois de retomar as doses inciais diariamente, depois de um tempo..isto se deu mais ou menos no fim de setembro para início de outubro, comecei a espaçar novamente o Clonazepam. Com calma, tirando aos pouquinhos, até tomar meio comprimido por dia. Exatamente nesse período, tive ( e ainda estou ) com uma alergia na pele do corpo, principalmente barriga, costas, braços e coxas que estavam me deixando louca e ainda não descobri do que provem. 

Com isso, comecei a sair mais cedo do trabalho. Então chegava em casa e tinha tempo de dar uma sossegada, jantar com calma até a hora de ir dormir. E foi aí que percebi que o meu sono começou a normalizar aos poucos. Creio que o horário de trabalho também tem me prejudicado muito nessa questão, pois chegava em casa não menos do que 21h, quando não 21h30 ou até mais. O transporte de São Paulo é péssimo e você demora para ir para qualquer lugar. Vir do centro para a zona leste é a pior tarefa do dia! Você já fica estressado só com esse fator. E tendo tempo de "assentar" as ideias, desacelerar o ritmo depois de chegar em casa parece que fez toda a diferença, coisa que não tinha oportunidade chegando em casa mais de 21h da noite ainda tendo que tomar banho, jantar, dar tempo para poder tomar o remédio...Nisso, ia conseguir dormir pra lá de 1h da manhã ou mais.

Não larguei ainda de tomar os remédios em definitivo, mas espero estar no caminho certo. Estou fazendo teste de mudar o horário do trabalho para continuar a chegar cedo em casa e fazer de chegar, relaxar, jantar, assistir TV e estar relaxada para dormir uma rotina para que seja o caminho para largar de vez os remédios. 

Então, não tem segredo nem mágica...é só mudança nos hábitos diários. A alimentação também tenho mudado gradativamente, tenho tomado mais chás. Acredito que, a logo prazo, também pode me ajudar de maneira geral.

Espero que eu esteja no caminho certo e que, de alguma forma, esteja aqui ajudando alguém. 

Um grande beijo e até mais!