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15 novembro 2017

A Crise dos 30 pode começar a qualquer idade


Olá, meninas e meninos! Como está esse feriadinho no meio da semana, hein? Não tem escola, não tem que trabalhar, estudar...só relaxaaar! E curtir uma internet faz parte disso, com certeza!




Tanto que se fala em Crise dos 30 anos, não é? Quem já não ouviu falar disso?

E por que estou tratando desse tema? Porque a Crise dos 30 pode vir bem depois ou até mesmo antes.

E por que as pessoas caem numa crise de 30, 35, 40, 50 anos? É por causa da idade? Eu acredito que não. 




Hoje escrevo aqui sobre isso porque eu mesma tenho descoberto que estou numa crise, existencial, poderíamos dizer? Talvez, sim. Não há nada de errado com a idade. A questão é o que fazemos da nossa vida até onde chegamos e que conclusão tiramos disso. Se eu olhar para trás, vejo que perdi muito tempo na vida fazendo coisas que não queria, coisas desnecessárias e não cheguei a lugar algum com isso. Daí se dá a minha crise particular. E acreditem: os 30, os 40, os 50...seja lá que idade for, chega rápido demais! Parece que foi ontem que tinha 15, 20 anos e a vida toda para me decidir...só que não é bem assim. 

Chega um momento que a gente se questiona: "O que estou fazendo com a minha vida?", dada a insatisfação de resultados que temos e, por isso, nos sentimos quase que como um peixe fora d´água. Aquela sensação de que tropeçamos e não estamos conseguindo nos reerguer é latente. Como um bom exemplo, vou me usar sempre como o exemplo da questão.



Quando era muito jovem, sempre pensei que o sucesso para mim era ser independente financeiramente, ter minha casa ou apartamento, meu carro, dinheiro para viajar, para comer bem, para viver bem. E até os 30 queria estar bem resolvida. O que havia escolhido como fonte de renda, por N motivos que não cabem relatar neste post por que vou desviar do assunto, não tem nada a ver com o que faço hoje para, muito mal, pagar as contas. Os pais te cobram, a sociedade te cobra, todo mundo te cobra. E acabei sucumbindo. E hoje, percebo a dimensão do quanto sucumbir foi tão profundo, tão intenso. Não foi só numa "escolha" errada, mas tudo o que veio junto com ela: insatisfação, frustração, tristeza, desesperança...e ao longo do tempo, tudo isso foi se solidificando até virar depressão, ansiedade, preguiça, desânimo, falta de vontade para fazer até o que eu gostava de fazer. Uma coisa que é um ótimo sinalizador de como isso vai tomando espaço é que, ao não realizar minha vida profissional como queria, eu abandonei o hábito de ouvir música. Cantar era meu objetivo de vida e conseguir daí a vida que eu tinha sonhado pra mim. Até que virei funcionária pública e deixei que tudo fosse por água abaixo, até minha paixão pela música. Claro que, de vez em quando, ainda ouço...mas nunca mais foi a mesma coisa, nunca mais teve o mesmo significado pra mim. Ouço com os ouvidos apenas e não mais com o coração.




E aí você se pega em vários momentos do dia se perguntando: " O que eu fiz com a minha vida?" E pior: "Com fazer isso melhorar?" Eu não tenho a resposta e não consigo enxergar um outro caminho para trilhar. É como se tudo o que tinha de ser não pode ser mais. Nunca mais.O pior de tudo isso é ter me entregado para um emprego do qual não suporto mais, que não aceito mais e ainda assim, me prendo a ele por ser com ele que pago minhas contas, ainda que precariamente. Não faço planos para viajar, nem um fim de semana, não faço planos de comprar um carro mesmo que seja usado, não penso mais em como vou fazer para ter meu ap ou minha casa porque simplesmente com o que ganho jamais vou conseguir fazer absolutamente nada disso. E ao mesmo tempo, assistimos muita gente conquistar a vida que sempre quis, fazer as coisas que sempre planejaram, realizando os próprios sonhos e aí você pensa: " No que eles foram melhores do que eu? Será apenas pelo fato que sempre seguiram seus instintos e não se deixaram levar por influências que até queriam seu bem, mas o bem era para quelas pessoas e não para você...e você, por sua vez, não percebeu a tempo que era SUA VIDA que estava em jogo e não a deles, e ninguém tinha o direito de interferir nas suas escolhas, mesmo que você quebrasse a cara. A cara era minha. Ou seja, a cara é sua, quebre-a quando e como quiser, quantas vezes precisar. E agora? Não estou quebrando a cara também?? Mas agora essas pessoas te perguntam por que está tão insatisfeita, o por quê de estar triste, alguém te pergunta por que tem agido de forma que não seria a sua de verdade? Não! Ninguém te pergunta porque você fez o que elas queriam, o que os outros achavam que era o correto...então, está tudo certo para elas. E pra você? Você tem sido bom pra você ou foi só uma marionete na mão dos outros, como eu fui? E pior: isso não tem prazo para acabar. Não se dá jeito no que se perdeu da noite para o dia, você envelhece perde a garra, a força, a vontade, fica cansado da vida que leva que simplesmente...se deixa levar.

O que quero dizer com tudo isso?




Me acreditem: chegar até os 30 tendo feito escolhars desastrosas para sua consciência é tempo mais que suficiente para que, literalmente, você se canse de ser você. Eu sei que muitos jovens passam por crises sem saber o que vão fazer da vida ou se sabem, são recriminados pelos pais, os pais querem que você se forme pra qualquer bosta de faculdade  para arrumar um empreguinho qualquer atrás de uma mesa, para trabalhar numa repartição pública qualquer, para ser assalariado como mais um em tantos milhões neste país, mas que se forme. E o conselho que deixo aqui é que não faça o que não quer fazer!!!! Essa é a mensagem mais importante que tenho a passar  aqui. Porque, meus amores, é duro dizer, mas o tempo não volta e ninguém vai pensar se você está feliz ou não. Ninguém quer saber disso, tá? E eu falo muito sério! O que importa é que você trabalha e ajuda a pagar as contas ou se está casado numa vidinha infeliz com alguém que não gosta, mas mamãe, papai e a sociedade toda aprovam esse formato de vidinha medíocre e pobre. E ponto final! Estão cagando se você está infeliz, se está a ponto de explodir, de se matar. Nada disso importa para ninguém, apenas para VOCÊ! 

Então, antes de se deixar levar pela pressão, seja lá de quem for, pense muito bem antes. Porque depois...depois é um caminho sem volta. E você vai ter que continuar a viver da melhor forma que conseguir viver. E isso vai te fazer feliz? De jeito nenhum. Eu digo isso por experiência própria, meus queridos. Até hoje, procuro meu caminho que nem me lembro mais como tinha começado a traçar e um trator passou por cima. Você vai sentir as consequências de ter se negligenciado para ser o filho bonzinho, para ser uma pessoa ajuizada na própria pele, mesmo que sua essência seja desajustada, seja livre demais para tudo isso...mas vai se sentir preso, como um leão numa jaula minúscula capturado por um circo qualquer e fazendo repetitivamente o que os outros querem que você faça. 




Não é que você tenha que ser um filho louco, desajustado..você pode e deve ser razoável com as coisas da vida, mas não deve deixar que por conta disso te tirem o direito de resolver o que fazer com sua vida. É você quem vai ter que vivê-la e mais ninguém. Portanto, pense, repense quantas vezes forem necessárias para se questionar do que é melhor para você. Pedir conselhos? Você até pode ter alguém mais velho e experiente da vida que te dê conselhos e bons conselhos: um amigo mais velho, sua tia descolada, até sua avó pode parecer mais moderninha que seus pais nessas horas! Mas quem vai ter que se encarar e escolher o que deve fazer é você mesmo. Só te digo que você deve ter uma coisa: coragem!




Aproveitem o feriado para refletir, um grande beijo e até mais!












Creditos: vilamulher,uol.com.br / mulher30.com.br / cansei30.blogspot.com / br.match.com / keepcalm-o-matic.co.uk

13 novembro 2017

O que estou fazendo para largar o Rivotril ou Clonazepam?


Olá, meus amores! Tudo bem?

Lá no Insta, cheguei mencionar há umas duas semanas que estava conseguindo dormir sem tomar o Clonazepam ou o tão falado Rivotril e, alguém mencionou para que eu relatasse num post o que estava fazendo para conseguir parar de tomar os remédios. 




Primeiro, para que serve esse remédio? 

Clonazepam é o nome do composto farmacêutico desse remédio e Rivotril é o nome comercializável mais conhecido desse fármaco, mas também pode encontrar como Diazepam ou Valium, menos comumente encontrado no Brasil com a última denominação. O Clonazepam pertence a família da benzodiazepinas, que tem como funções principais proporcionar sedação, relaxamento muscular de ação tranquilizante e até serve como anticonvulsionante. E dessa, nem eu sabia! Pesquisando que achei mais esse uso para o remédio. Não conheço ou nunca ouvi falar de quem toma Clonazepam ou Rivotril para crises de convulsão. 

Em fevereiro do ano passado, quando tive uma crise de pânico que, pra mim, ocorreu de forma repentina, o médico prescreveu o Rivotril como antidepressivo e calmante, já que relatei que já tinha meses que não vinha dormindo direito e naquelas últimas semanas, estava mal dormindo duas horas por dia, não sentia sono, estava com a irritabilidade a mil (e já não sou calminha...rsrs), além de sintomas de pânico, ansiedade excessiva e depressão. Mais tarde, já em abril, fui encaminhada ao psiquiatra que me diagnosticou com Síndrome de Ansiedade e Depressão, pois minha cabeça não parava de pensar um minuto sequer o tempo todo...e isso é muito, muito desgastante. É como se você não tivesse direito de descansar. É horrível! Juntamente com o Rivotril (ou Clonazepam), comecei tomar também a Sertralina e, se houvesse crises de pânico de qualquer natureza, tomava o Frontal. Mas o Frontal tomei poucas vezes, ainda bem. E creio que isso se deve também porque o Clonazepam com a Sertralina (também é antidepressivo e me ajudava a "acordar" para ir trabalhar, porque o Clonazepam te chapa, meu bem!) juntos fizeram um bom trabalho para me ajudar a "sair dessa". Claro...devo ser honesta que os remédios não são tudo. Os remédios tiram os sintomas, mas o problema continua lá e é você quem deve trabalhar isso de forma a se livrar da causa do problema, pois só remédios não adiantam, assim como acredito que só a terapia também não resolva. É um conjunto que tem que andar junto para que dê o melhor resultado.







Acabei parando com a terapia por questões $$$, mas prossegui com os remédios. No final do ano passado, fui tirando os remédios aos poucos. De início, me senti bem, mas no início do ano, senti que a depressão estava batendo a minha porta de novo, comecei chorar muito de novo, tudo pra mim era terrível, cansativo...e sinto um cansaço físico e mental até hoje que muitas vezes, não sei por que e de onde vêm. Porém, depois de retomar as doses inciais diariamente, depois de um tempo..isto se deu mais ou menos no fim de setembro para início de outubro, comecei a espaçar novamente o Clonazepam. Com calma, tirando aos pouquinhos, até tomar meio comprimido por dia. Exatamente nesse período, tive ( e ainda estou ) com uma alergia na pele do corpo, principalmente barriga, costas, braços e coxas que estavam me deixando louca e ainda não descobri do que provem. 

Com isso, comecei a sair mais cedo do trabalho. Então chegava em casa e tinha tempo de dar uma sossegada, jantar com calma até a hora de ir dormir. E foi aí que percebi que o meu sono começou a normalizar aos poucos. Creio que o horário de trabalho também tem me prejudicado muito nessa questão, pois chegava em casa não menos do que 21h, quando não 21h30 ou até mais. O transporte de São Paulo é péssimo e você demora para ir para qualquer lugar. Vir do centro para a zona leste é a pior tarefa do dia! Você já fica estressado só com esse fator. E tendo tempo de "assentar" as ideias, desacelerar o ritmo depois de chegar em casa parece que fez toda a diferença, coisa que não tinha oportunidade chegando em casa mais de 21h da noite ainda tendo que tomar banho, jantar, dar tempo para poder tomar o remédio...Nisso, ia conseguir dormir pra lá de 1h da manhã ou mais.

Não larguei ainda de tomar os remédios em definitivo, mas espero estar no caminho certo. Estou fazendo teste de mudar o horário do trabalho para continuar a chegar cedo em casa e fazer de chegar, relaxar, jantar, assistir TV e estar relaxada para dormir uma rotina para que seja o caminho para largar de vez os remédios. 

Então, não tem segredo nem mágica...é só mudança nos hábitos diários. A alimentação também tenho mudado gradativamente, tenho tomado mais chás. Acredito que, a logo prazo, também pode me ajudar de maneira geral.

Espero que eu esteja no caminho certo e que, de alguma forma, esteja aqui ajudando alguém. 

Um grande beijo e até mais!







30 outubro 2017

Loção Hidratante Hydraporin, da Mantecorp Skincare


Hello, meninas e meninos!

Comentei por alto lá no Insta que me deu uma alergia danada já tem uns bons dias. E na minha ida ao dermatologista (não é mais o Dr. Alan, mas tinha que procurar algum outro), além de recomendar banho de menos tempo, menos quente, sabonete e outras recomendações, prescreveu o Hydraporin para pele do corpo porque essa alergia começou com a pele descamando muito, muito mesmo. Parecia que estava trocando de pele, sabe? E coçava horrores! 





Em suma, o Hydraporin possui uma fórmula potente para hidratação de peles secas e extrassecas, estimulando a hidratação da pele de dentro para fora, estimulando as aquaporinas, que são canais que transportam água entre as camadas da pele, fazendo com que a hidratação seja mais eficiente e a pele retenha mais umidade por mais tempo. A ação hidratante indicada pelo fabricante do Hydraporin é de 24 horas. Percebo que hidrata mesmo muito bem, melhora a descamação da pele rapidamente, absorve muito bem, mas 24 horas é exagero e ele sozinho não melhora a coceira causada pelo ressecamento, não. Precisei tomar anti-alérgico junto. Aliás, precisei tomar injeção e anti-alérgico via oral durante 5 dias. Mas o hidratante é tão bom de fato que é bem leve e hidrata muito bem a pele, doando mais viço. A pele fica até mais firme. Não sei se a formulação serve para o rosto, mas a minha pele do rosto também adorou esse hidratante. A Mantecorp se preocupa com produtos hipoalergênicos, prometendo não adicionar perfume nos produtos (embora contenha um pouco, sim) e ingredientes de modo a minimizar o aparecimento de alergias, sendo os produtos mais indicados para peles sensíveis. 

Já não tenho usado mais no corpo e dedicado a hidratar o rosto com esse hidratante e percebi que em poucos dias, minimizou alguns sinais de expressão que sempre aparecem: a pele da testa melhorou 80% e eu fiquei super satisfeita com isso! A pele está mais macia, a região do bigode chinês melhorou bastante também e não é aquele hidratante que meleca a pele: hidrata sem "bezuntar" a pele ou demorar para absorver. Nada disso! Absorve super rápido e a hidratação é excelente! 

Vale muito, muito a pena usar não só na pele seca, mas para todos os tipos de pele, na minha opinião. Porque hidratação não é só pele seca que precisa, né?

O inconveniente desse creme é o preço, que acho bem abusivo. A Mantecorp podia disponibilizar seus produtos com preços mais camaradas, né? Esta embalagem aí que encontrei na Ultrafarma custou R$ 151,10 em 450gr. Uma embalagem que vem 120gr custa R$ 79,45 e não dura absolutamente nada, se considerar que, no meu caso, teria que usar no corpo todo. 

O produto é excelente sim, mas poderia ser mais em conta também. Acaba que só usamos em casos de necessidade extrema mesmo - como aconteceu comigo - em vez de usar sempre para manter uma pele mais hidratada,bonita e saudável. 

Um beijo e até mais! 




25 outubro 2017

#outubrorosa: Cirurgia de Reconstrução, fatores psicológicos e como podemos ajudar


Olá, meninas! E meninos!

Continuando com os post sobre o #outubrorosa, vamos tratar não apenas do aspecto físico, mas também do psicológico. Imagina-se que quem passa por uma fase de descoberta do câncer, quimioterapia, radio e tudo mais, fica com o psicológico muito abalado e não é para menos. A mastectomia é um processo muito evasivo, pesado não só pela recuperação, que é lenta mas, principalmente, por mexer com algo tão feminino quanto os seios. É como se a feminilidade fosse reduzida a zero e isso é muito, muito pesado para a mulher enfrentar. Vou deixar quadros informativos também ao longo do post. 




Ela se preocupa quando olha no espelho, se preocupa quando toma banho e uma parte dela está faltando. Se sente frustrada, perdida, incompleta. E ainda tem o problema de se mostrar novamente para o marido. Realmente, não precisamos passar por isso para saber como é horrível tudo isso! E já podemos imaginar que vai enfrentar outros problemas com libido, com auto-estima, em não querer se olhar no espelho. Mexe muito profundamente com o psicológico e com a feminilidade de forma geral. E para recuperar isso, leva tempo, paciência, muita compreensão da família...Lembre-se que, por mais que para você pode ser bobagem, você não está passando por isso. A mulher que passa por isso se sente mutilada. E na verdade, ela perdeu uma parte do corpo. Portanto, é uma mutilação não só física como moral. Ter paciência, dar apoio, ouvir às queixas da mulher é fundamental. Um dia, vai melhorar. Mas ela tem direito de se sentir mal e de ficar triste, de se sentir abalada, até de entrar em depressão. E isso é bem frequente.



A mulher sente um misto de negação da própria doença, falta de esperança e até de que a cura seja plena e completa. Se isso vai acontecer, depende do tratamento e de contar tudo para o médico. É recomendável que anote tudo num papel ou caderno, até para acompanhar a evolução do tratamento.



A ideia de reconstrução mamária é uma chance de recuperar a auto-estima e de redenção da mulher, já que não é raro ela se senti menos mulher que as outras depois desse baque doloroso.




Depois de mais de 10 anos da mastectomia, lá pelos idos de 1995 ou 1996, minha mãe teve a oportunidade de fazer a reconstrução da mama, mas começou ficar com medo e isso gerou vários sonhos ruins, pesadelos fortes de que teve que retirar a outra mama também e até de morte. Sentia até cheiro de flores e velas, como se fosse um velório. Passou a ter problemas para dormir, preocupada com a cirurgia, mas continuava fazendo os exames para realizar a cirurgia. Até que quando o médico cirurgião deu ok para ela fazer a reconstrução e já estava com a data marcada, ela me perguntou (aliás, perguntou para cada um aqui de casa) se devia fazer ou não, que estava com medo, que sonhava e tudo mais. Tadinha...Eu falei o que eu pensava: que muita gente fazia já a cirurgia (inclusive a mãe de um colega meu havia feito) e que as cirurgias eram um sucesso,  que el devia pensar positivo e não pensar que algo de ruim fosse acontecer e sim, que a cirurgia estava melhorando a vida dessas mulheres e ia melhorar a vida dela também, mas se ela tinha tanto medo de passar por mais uma cirurgia, então que reconsiderasse o que era mais importante e que independente do que ela decidisse, estaríamos do lado dela. E devemos deixar bem claro que ela vai CONTINUAR A SER AMADA DE QUALQUER JEITO!




Mas o medo foi maior e ela desistiu da cirurgia. Hoje, quem passa pela mastectomia, a maioria dos hospitais já fazem a reconstrução e é muito mais fácil do que retirar o seio (ou seios) e depois de tanto tempo se submeter a reconstrução, é tão traumático quanto ter que remover outro seio e entendi o porquê de ela ter tido medo. Não importava se ela teria o seio de volta: ela temia pela própria vida. E é totalmente compreensível pensar nisso como prioridade. Ela viu a morte de perto. Acho que ninguém quer passar por algo semelhante de novo. É uma cirurgia, que requer anestesia geral, é invasiva, dolorida, de recuperação lenta também. Acho que ninguém que passe por isso quer fazer outra cirurgia de novo na vida. Então, ela continuou a nunca mais ir na praia, usar as próteses mamárias e tudo igual como ela já tinha se acostumado. Realmente, na vida, sempre temos que fazer escolhas. e se a escolha dela era viver sem fazer cirurgia, mesmo abrindo mão de ter sua parte de volta, devemos entender e respeitar. Sempre!




No próximo post, vou contar quais os problemas que podem dar no braço após a cirurgia. Duas pessoas me enviaram perguntas sobre isso no e-mail e vou esclarecer melhor pra vocês. Sim, podem dar problemas no braço e tem chance de ser irreversível. Então, fiquem atentos que segunda que vem eu encerro os posts do #outubrorosa. Estou gostando que as pessoas queiram se informar mais, que estejam lendo atentamente os artigos aqui sobre o assunto, mas lembrem-se: sua visita ao médico é fundamental! 

Beijos e até mais!










Creditos: clickgratis.com.br / pt.slideshare.net / slideshare.net / slideplayes.com / facebook.com / 

23 outubro 2017

Recebidos @coisinhasdagiolie


Oláááá, meus amores! Tudo bem?

Semana passada, recebi esses itens mais que fofos da @coisinhasdagiolie! O site é www.coisinhasdagiolie.com.br

Eu acessei o site e tem muitas coisinhas fofas demais por lá e a preços bem acessíveis. Corre lá dar uma olhada, menina!




Fiquei tão feliz quando soube no domingo retrasado que iriam me mandar esses mimos...Fiquei encantada! 

Então, vieram junto com esse bauzinho de abacaxi, uma canecaneca "Carpe Diem", da Uatt e uma luminária de abacaxi, que ainda estou pensando onde vou colocar, se na cozinha ou outro lugar, porque dá para pendurar! E o baú é vermelho com aplicações de abacaxi bem fofucho e muito útil para guardar coisas e organizar sempre. Ainda não sei o que vou organizar com ele, mas com certeza, vou conseguir organizar alguma coisa. É que é tanta coisa precisando que eu dê um jeito que nem sei por onde começar! rsrs  A caneca estou pensando de deixar na minha mesa de trabalho. Assim,me lembra de tomar mais água todos os dias. 







E foram estes os recebidos, através de um sorteio do Instagram, mas acompanho a loja, que fica em Vinhedo/SP desde sempre no Instagram. Passem por lá para ver as coisinhas lindas que eles têm à venda. 

É isto, meus amores...Espero que tenham gostado, assim como também adorei meus recebidos!

Beijos e até mais!